domingo, 31 de julho de 2011



O fim da saga dos filmes e livros afeta bastante todos os que cresceram juntos com a obra. Em uma carta aberta à Empire, Alan Rickman falou, emocionado, sobre o que sente. É a sua despedida oficial de Hogwarts, num de seus personagens mais interessantes de sua carreira, com um enorme agradecimento à autora, J.K. Rowling.


“Acabo de retornar do estúdio de dublagem, onde eu falei num microfone como Severo Snape pela última e definitiva vez. Na tela, estavam flashbacks de Daniel, Emma e Rupert de dez anos atrás. Eles tinham 12 anos. Eu também voltei recentemente de Nova York, e enquanto estive lá, vi Daniel cantando e dançando (brilhantemente) na Broadway. Uma vida inteira parece ter passado em minutos.

Três crianças se tornaram adultos desde que uma chamada por telefone de Jo Rowling, contendo uma pequena pista, me convenceu que existia mais em Snape do que uma fantasia permanente. E mesmo que houvessem apenas três dos livros lançados na época, ela manteve toda a massiva porém delicada narrativa com a mais firme das mãos.

É uma necessidade antiga ser contado em histórias. Mas a história precisa de um bom contador de história. Obrigado por tudo, Jo.

Alan Rickman”

P: Você pode nos contar mais sobre seu personagem, o Professor Snape?
A: Bem ele é o Professor de Poções e o atual diretor da Casa Sonserina em Hogwarts – a escola de magia que Harry freqüenta, mas ele nutre uma ambição secreta de se tornar Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. Porém ele não é tão apegado ao Harry provavelmente porque ele o considera muito popular para um aluno do primeiro ano, eu suponho. Eu acho que Snape é basicamente uma pessoa bem insegura, ele está sempre querendo ser algo mais que as pessoas respeitarão como um bruxo das trevas não somente um professor de escola. É por isso que ele inveja garotos mais populares e bem sucedidos como o Harry. Ele tem um lado bom e mesmo que Harry o aborreça ele não permite que isso o preocupe muito.

P: Quando você era jovem você também exercia uma profissão que você gostaria de deixar para poder ter outra atividade que as pessoas respeitariam mais, você acha que esse era o elemento de sua personalidade que você levou para interpretar Snape?
A:
Hum, essa é uma pergunta interessante, não tenho certeza se consigo responde-la. Não sei se estou apto para julgar isso, você teria que perguntar à alguém com quem eu conviva… família e colegas. Você usa a si mesmo em tudo que faz, mas ao mesmo tempo você tem que ter uma idéia clara de outra pessoa. De outra forma eu não vejo como você pode se entregar. Ele não sou eu. E também, talvez em épocas particulares de sua vida você reconheça certas partes como sendo próximas ao que você é agora do que há cinco anos. Mas não, cada papel deve ter sua vida própria na minha opinião – não sou só eu me desgastando pelo palco ou na tela.

P: O professor Snape é também um juiz de Quadribol, isso quer dizer que agora você domina todas as regras do jogo?
A:
Não. E não pretendo.

P: Esse primeiro filme sobre Harry Potter tem um elenco essencialmente britâncio mesmo sendo um filme de Hollywood, você foi muito franco em relação aos problemas com a indústria cinematográfica britânica, foi reanimador trabalhar com conterrâneos britânicos?
A:
O que eu mais gosto em trabalhar com atores britânicos é a proximidade dels com seus respectivos trabalhos, porque não é muito provável que eles fiquem famosos fazendo filmes britânicos eles não tem um senso de sua própria importância muito desenvolvido como algumas estrelas americanas conseguem desenvolver. É como [ o diretor] Chris [Columbus] disse ‘não existe um senso de ego em nenhuma das estrelas, nada daquelas coisas de Hollywood. Todos só vêm fazer seus trabalhos. Ninguém tem um cozinheiro ou um personal trainer´. Eu acho que todos consideram isso reanimador.

P: Então como é ser um ator britânico trabalhando principalmente em Hollywood?
A:
Quando você sai do avião na Inglaterra você tem que se encolher um pouco, fechar mais o casaco. Eu ando mais reto em L.A. É algo em como os ingleses são criados, o que somos ensinados que podemos esperar. Eu dirijo um carro em L.A . Eu não dirijo aqui. Eu me sinto mais responsável por mim mesmo. Eu não sonharia em estar lá fora como um ator procurando trabalho. Até eu dizer ´OK, eu vou montar uma tenda aqui e agitar uma bandeira com os dizeres ´ME DE UM EMPREGO´ – eu não conseguiria fazer isso. Mas eu gosto de estar lá: é nojento e maravilhoso. Como ir ao Dunkin’ Donuts almoçar todo dia.

P: O diretor Chris Columbus disse que a filha dele Eleanor foi uma grande ajudante como uma consultora extra-oficial do filme pois ela era uma grande fã dos livros sobre Harry Potter. Você teve algum consultor jovem?
A:
Minhas duas sobrinhas Claire and Amy leram os livros, eu não as consultei sobre a minha performance mas eu gosto de passar um tempo com elas sempre que posso. Fazemos todas essas coisas tolas – filmes, McDonald’s, Hamleys. Uma vez eu disse à elas que iríamos ao Hamleys escolher uma coisa para cada um. Elas marcharam diretamente para a prateleira da Barbie – eu não conseguia acreditar – bonecas horrendas com pernas pontudas e seios. Minha irmã não as veste de rosa ou com laços. Porém , seu eu tivesse filhos, eu gosto de pensar que deixaria eles usarem o que quisessem. Nenhum dos meus amigos acreditaria em mim, mas eu deixaria meus filhos andarem pela rua vestidos em lã rosa e plástico dourado.

P: Ou freqüentar uma escola de magia e bruxaria?
A:
Até isso.

P: Alan muito obrigado pela entrevista e boa sorte com o filme.
A:
Obrigado, foi um prazer.


terça-feira, 26 de julho de 2011

A noite estava fria e a chuva se misturava com os sentimentos confusos de Hermione Granger, após a guerra muita coisa mudou nos pensamentos de Hermione, mas uma coisa que não sai do seu pensamento era aquela cobra esganando Severo Snape naquela noite, cada vez que lembrava vinha um sentimento de angustia, mas porque? Hermione não entedia porque sentia tanta tanta tristeza pela morte daquele homem.

Estava na casa dos Weasley, o que era um alivio para ela já que gostava muito de conversar com Gina, além de estar perto de todos que ela ama.
Tentando afastar esses pensamentos Hermione procurou se distrair lendo um livro, mais isso não ajudou muito.

-Hermione? disse Gina entrando no quarto
-Oi Gina. Disse Hermione com uma voz cansativa
- Tudo bem? parece...triste?
- Acho que estou mesmo, não consigo parar de pensar em tudo...tudo que aconteceu a alguns meses, me sinto triste lembrando.
- então tente não pensar Hermione, realmente foi muito traumatizante tudo isso, o George não é o mesmo, nem a mamãe...sentimos muita falta de todos.Desabafou Gina quase chorando.
- Mas o que realmente não me sai da cabeça é aquela cobra esganando prof. Snape.

Enquanto falava Hermione sentia um nó rasgando sua garganta

- Não deve ter sido fácil mesmo, ver uma cena como esta te entendo mas Hermione...você está muito triste com a morte de Snape não é?
Hermione não sabia o que responder não queria deixar transparecer sua imensa tristeza com isso.
- Hermione você ainda sente alguma...
-Não! brandou Hermione muito nervosa
-OK, não precisa ficar assim pensei que ainda sentisse algo por ele, como no 5º.
Gina parecia dar uma risadinha agora.
-Aquilo foi um devaneio, uma admiração, nem sei como pude sentir isso por alguém que sempre me desprezou e ignorou, Gina!
Falou Hermione confusa.
- Não sei bem Gina, estou muito confusa, não sei se estou dando muito importância á isso, talvez eu ainda o a...
Hermione não queria terminar aquela frase, não sabia o que pensar nem sentir.

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A noite foi passando e Hermione sentia um enorme vazio, mesmo cercada pelo seus amigos. Mas ela não queria acreditar que um grande amor que sentia por Severo Snape poderia brotar tão forte em seu coraçãom mas a maior tristeza era que seu amor, único e grande amor não estava mais lá. Parecia que o céu estava sentido o mesmo que Hermione estava chuvoso e triste.


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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Citações pessoais

Eu tomo meu trabalho a sério ea maneira de fazer isso não é para levar muito a sério.

No antigo parceiro Rima Horton: "Acho que todo relacionamento deve serautorizados a ter suas próprias regras Ela é tolerante Ela é incrivelmentetolerantes Inacreditavelmente tolerante Possivelmente um candidato à santidade....."

Eu tenho uma relação amor-ódio com seda branca.

Eu sinto-me mais na América. Eu posso regredir lá, e eles têm montanha-russaparques.

De não ser um pai: "Eu adoro viajar e não tenho filhos, por isso há uma certa liberdade."

Se você gastar algum tempo em Los Angeles, há apenas um tema de conversa.

Los Angeles não é uma cidade cheia de airheads. Há uma grande quantidade de energia maravilhosa lá.

Eu amo a América porque sempre que vou para casa - há algo sobre a Inglaterra e que vem de Inglaterra -, mas, logo que você descer os degraus do plano que você encolher. E você tem que começar a dizer "desculpe" e ser educado ecurtsying e coisas assim ... América apenas deixa-me ser o desajeitado eu realmente sou.

Eu me aproximo cada parte eu sou solicitado a fazer e decide fazer de exatamente o mesmo ângulo: quem é essa pessoa, o que ele quer, como é que ele tentar obtê-lo, eo que acontece com ele quando ele não entende , ou se ele faz?

sábado, 23 de julho de 2011

Para a Floresta Proibida

Que maldade em particular, que mortal e obscuro feitiço o Lorde das Trevas preparou para destruir Harry? Voldemort caçou Harry por mais de uma década; sem dúvidas Voldemort se armaria com um uma maldição especial muito mais poderosa e mortal que o Avada Kedavra que falhou em matar Harry quando criança.

Voldemort, naquelas dolorosas e solitárias noites em seu exílio e recuperação, concebeu um jeito de transferir o beijo do dementador para sua varinha, o beijo que tiraria a alma de sua vítima para sempre. E agora ele ia antingir Harry com centenas delas.

Mas então, Harry sentiu a presença de um jovem homem e uma mulher, mas não podia vê-los. Isso era, ele tinha certeza, a última força vital restante de seus pais, fazendo um último sacrifício juntando-se a ele em sua jornada final. Ele se permitiu um momento de alegria pacífica, sentindo-os tão próximos.

Então ele parou. Eles não eram seus pais. Eles eram os pais de Voldemort. Eles disseram, sem usar palavras, "Nosso querido filho, nós não vamos permitir que você se machuque".

(...)

Com seu coração furioso em chamas, Voldemort imediatamente lançou os beijos mortais e todos os terrores dos dementadores, em um flash interminável de sua varinha foram em direção a Harry e aos espíritos ao seu lado.

A maldição atingiu a cicatriz de Harry, destruindo- a. Ele sentiu a dor de sua cabeça abrindo e o feitiço voltando de sua cabeça direto para a varinha que o lançou.

Como a maldição se voltou contra ele, Voldemort voltou a rejuvenescer, até voltar a ser uma criança pequena, com sua mãe e seu pai a seu lado.

E então ele foi atingido. E agora as três almas vão permanecer para sempre congeladas nesse momento, nunca capazes de deixá-lo.